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16th - 20th April 2012
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Alliance of Cocoa
Producing Countries

National Assembly Complex
Tafawa Balewa Square
P.O. Box 1718
Lagos, Nigeria
+234-70-9814-1735
+234-70-9814-1736
Fax:
+234-70-9814-1734
info@copal-cpa.org
17icrc@copal-cpa.org

 
17a CONFERNCIA INTERNACIONAL DE PESQUISA DO CACAU
 

HILTON HOTEL
YAOUND CAMARES

From  15 - 20   OUTUBRO  2012
ORGANIZADA PELA ALIANA DOS PASES PRODUTORES DE CACAU EM  COLABORAO COM O GOVERNO DOS CAMARES

TEMA: Melhorar a rentabilidade de pequenas e mdias plantaes: chave principal para uma economia cacaueira mundial sustentvel

Este tema dever ser desenvolvido atravs de comunicaes cientficas focando especialmente no seguinte:
1.  1. Prticas agrcolas que levem em considerao:

i) A escassez de terra disponvel para a cultura do cacau,
ii) A necessidade de maximizar a productividade de pequenas e mdias plantaes,
iii) O impacto de alteraes climticas na cultura do cacau,
iv) O impacto da degradao do solo nos estoques de cacaueiro no cultivo de cacau,
v) O ambiente,
vi) A necessidade de prolongar a durao da vida dos pomares de cacaueiros,
vii) As possibilidades de utilizao do sistema agro-florestal na cultura do cacau;

2.  As prticas e estratgias visando restabelecer a custo mnimo, a fertilidade dos solos dos pomares de cacaueiros;
3.  A seleo e uso de material de plantio tolerante ou resistente a doenas e pragas, de elevada produo e com produo de cacau de boa qualidade;
4.  Mtodos eficazes de controle de doenas e pragas, respeitando o ambiente bem como a sade do produtor e do consumidor de cacau;
5.  Os benefcios do cacau e dos seus derivados para a sade humana e o uso e difuso dos dados associados;
6.  As formas e meios para reduzir ou mesmo suprimir a eventual presena de contaminantes no cacau e nos seus derivados;
7.  O desenvolvimento e a implementao de polticas de gesto da produo do cacau de modo a fazer corresponder a oferta procura;
8.  O impacto da falta de transparncia no funcionamento do mercado final e na gesto dos estoques de cacau e dos seus derivados, na sustentabilidade da cultura do cacau;
9.  Mecanismos eficientes de transferncia de tecnologias;
10.  Tipos de marketing interno e seus impactos na sustentabilidade da cultura do cacau;
11.  O impacto das condies de no meio rural sobre a sustentabilidade da cultura do cacau;
12.  Ferramentas de processamento do cacau em nvel do produtor;
13.  Prticas e estratgias visando o aumento do uso do cacau e dos seus derivados;
14.  Fatores socioeconmicos que prejudicam a rentabilidade das pequenas e mdias exploraes cacaueiras e como os remediar;
15.  Polticas agrcolas favorveis melhoria da rentabilidade das pequenas e mdias exploraes cacaueiras.
As sesses da conferncia discutiro os seguintes temas
i.  Gentica e melhoramento
ii.  Agronomia, sistema agro-florestal, fisiologia, solos e nutrio
iii.  Pragas e doenas
iv.  Qumica, Tecnologia e Qualidade
v.  Utilizao eficiente do cacau e seus derivados
vi.  Aumento do consumo do cacau atravs de promoo genrica
vii.  Novos e no tradicionais usos do cacau
viii.  Transferncia de tecnologias e utilizao eficiente dos resultados da pesquisa em cacau
ix.  Marketing e socioeconomia
x.  Outros aspectos da investigao, incluindo o ambiente
A seguir Conferncia se realizaro as reunies da INGENIC, INCOPED e INAFORESTA de 22 a 23 de Outubro, 2012.

Os autores devero elaborar um sumrio com cerca de 400 palavras; este sumrio deve incluir toda a informao essencial em relao a objetivos, material e mtodos, resultados e concluses, excluindo ttulos das seces, figuras, grficos, tabelas e referncias. O texto deve ser dactilografado a espao simples, numa folha A4 (210 x 297 mm), com uma margem de 4 cm esquerda e de 2 cm nos outros lados. A fonte recomendada Times New Roman tamanho 10.
A seleo das comunicaes a serem apresentadas na Conferncia ser realizada a partir destes sumrios.
Uma cpia do sumrio deve ser enviada ao seguinte endereo, a mais tardar o 31 de janeiro de 2012.
The Secretary General
(Subject: 17th International Cocoa Research Conference)
Alliance of Cocoa Producing Countries
National Assembly Complex
P.O. Box 1718
Lagos, Nigeria
Tel: +234-70-9814-1735 / +234-70-9814-1736
Fax: +234-70-9814-1734
E-mail: 17icrc@copal-cpa.org
O texto completo da comunicao deve ser precedido do sumrio enviado anteriormente e deve respeitar os mesmos espaos e as mesmas margens indicadas para o sumrio na pgina anterior. Recomenda-se a utilizao da fonte Times New Roman, tamanho 10. A contribuio completa no deve ultrapassar 3000 palavras, incluindo tabelas, figuras e grficos. Cada tabela, figura ou grfico considerada como equivalendo ao nmero de palavras que poderiam ter sido digitadas num espao equivalente. Uma comunicao convidada no deve ultrapassar as 9000 palavras, incluindo tabelas, figuras e grficos.

Cada participante pode apresentar um mximo de duas comunicaes como nico Autor e Autor Principal. O nome do autor pode, no entanto, aparecer como contribuinte noutras comunicaes.

As figuras, tabelas, fotografias e grficos devem estar na posio exata no texto da comunicao.

Os autores devem seguir as regras para a apresentao indicadas nas Guia para autores das comunicaes (em anexo).
Cpia eletrnica (em CD ou disquete)
Para facilitar a elaborao dos Proceedings impressos e em CD-ROM, solicita-se aos autores que enviem suas apresentaes por e-mail (como anexos) ou em CD.

As etiquetas dos CD ou disquetes devem permitir a clara identificao do autor e o ttulo da comunicao. De modo a garantir uma uniformidade na apresentao, deve utilizar-se Word para Windows, a fonte Times New Roman e o tamanho da fonte 10. Para as figuras e tabelas, por favor, utilize Word ou Excel..
Apresentao oral
Assim, os autores devem elaborar por escrito o texto da sua interveno, selecionando os pontos principais da sua comunicao e fornecendo uma explicao para as tabelas, diapositivos, etc. Devem trazer oito cpias da sua respectiva interveno para a conferncia a fim de facilitar a tarefa dos servios de traduo. A elaborao desta apresentao oral crucial para o xito da conferncia. (palestrantes: at um mximo de 1000 palavras, palestrantes convidados: at um mximo de 3000 palavras).

Para garantir o bom funcionamento da Conferncia, os palestrantes e palestrantes convidados no devem ultrapassar os tempos de 10 ou 30 minutos, respectivamente, que lhes so atribudos.
Apresentao em psters
Adicionalmente s sesses orais, algumas comunicaes podem ser apresentadas sob a forma de cartazes (desenhos, brochuras, amostras, etc.). Estas sesses de psteres devero corresponder, tanto quanto possvel, com as sesses relevantes da Conferncia. Os autores devem indicar se preferem que as suas comunicaes sejam includas nas sesses de psteres. Neste caso, as suas comunicaes devero cumprir com as normas definidas nas Diretrizes para palestrantes.
DATA LIMITE
Uma cpia impressa do trabalho completo e um CD devem ser enviados para o seguinte endereo a mais tardar at 30 de junho de 2012.
The Secretary General
(Subject: 17th International Cocoa Research Conference)
Alliance of Cocoa Producing Countries
Brick House, National Assembly Complex,
Tafawa Balewa Square
P.O. Box 1718
Lagos, Nigeria
Tel: +234-70-9814-1735 / +234-70-9814-1736
Fax: +234-70-9814-1734
E-mail: 17icrc@copal-cpa.org
Formulrios de inscrio devem ser devolvidos ao pas anfitrio at 1 de Setembro, 2012, para o seguinte endereo :
Registration Form   (For Online Registration Click here)
 Name :
 Address :
 Country :
 Date :
  Occupation :
  Organization :
  Address :
 Telephone :
 Fax :
 Email :
1. The Secretary General
(Subject: 17th International Cocoa Research Conference)
Alliance of Cocoa Producing Countries
Brick House, National Assembly Complex
Tafawa Balewa Square
P O Box 1718
Lagos, Nigeria
Tel: +234-70-9814-1735 / +234-70-9814-1736
Fax: +234-70-9814-1734
E-mail: 17icrc@copal-cpa.org

2. The Chairman
National Organising Committee
17th International Cocoa Research Conference
Ministry of Trade - National Cocoa and Coffee Board
Agronomic Development Research Institute
B.P. 501, Immeuble Rose
Yaound, Cameroon
Tel.: +237 22 22 00 70 / +237 33 42 42 35
Fax: +237 22 23 90 29 / +237 33 42 00 02
E-mail : oncc2003@yahoo.fr

As taxas de inscrio no do direito a uma cpia dos Proceedings da Conferncia. As taxas so pagveis no local da Conferncia, de acordo com a tabela seguinte:
Participantes nacionais dos Pases Membros da Aliana US$250.00
Participantes de Pases No-Membros US$450.00
O pagamento da inscrio inclui o custo dos almoos durante os seis dias que dura a Conferncia.

Ser cobrada uma taxa adicional por pagamento tardio aps a data limite para a inscrio equivalente a USD 50.

Os idiomas oficiais da Conferncia so o Ingls, Francs, Portugus e Espanhol. Estar disponvel um servio de traduo simultnea apenas nestes idiomas.
Os cidados estrangeiros que desejem entrar nos Camares devem ter um passaporte com um perodo de validade mnimo de seis meses a partir da data de chegada, assim como prova (bilhetes) para a continuao da sua viagem ou para o seu regresso.

Tipos de Vistos

Os cidados estrangeiros oriundos de pases onde os Camares no sejam representados por um posto diplomtico ou consular podem, a ttulo excepcional, obter um visto junto do posto de polcia fronteirio ou de imigrao no seu local de desembarque.

 Categorias  Beneficirio   Validade  Entradas e Sadas
 Visto de trnsito  Estrangeiro em trnsito  No mais de cinco (05) dias  Vrias
 Visto de turismo   Visitante temporrio em visita turstica  No mais de trinta (30) dias  Vrias
 Visto temporrio  Estrangeiro cuja permanncia no superior a trs (03) meses  No mais de trs (03) meses   Vrias
 Visto longa permanncia  Estrangeiro cuja permanncia superior a trs (03) meses  No mais de seis (06) meses  Vrias


Vistos de entrada no podem passar de uma categoria para outra. No podem ser prorrogadas, salvo em caso de fora maior ou com a autorizao expressa do Delegado Geral da Segurana Nacional.

Com exceo do visto de longa permanncia, nenhum visto d direito ao exerccio de qualquer atividade lucrativa ou profissional, nem possibilidade de estudar nos Camares.

Condies e modalidades de concesso de vistos de entrada

Visto de trnsito

  1. Passaporte ou qualquer outro documento de viagem vlido por pelo menos 6 meses;
  2. Bilhete de avio vlido at o destino final ou qualquer outro documento justificativo de continuao da viagem;
  3. Visto ou autorizao de entrada no pas de destino final;
  4. Certificados internacionais de vacinao exigidos.

Visto de turismo

  1. Passaporte ou qualquer outro documento de viagem vlido por pelo menos 6 meses;
  2. Bilhete de avio de retorno ou bilhete circular, ou, se for o caso, um certificado aduaneiro de apuramento;
  3. Certificados internacionais de vacinao exigidos;
  4. Documentos que justifiquem o objetivo da visita, bem com suficientes meios e condies de subsistncia durante a estadia;
  5. Certificado de alojamento emitido pela pessoa que se compromete a alojar o visitante, ou um convite para um evento organizado no territrio nacional, ou ainda uma reserva confirmada do hotel, para o perodo de durao da estadia;
  6. Uma ordem de misso, no caso de misses oficiais.

Visto temporrio

  1. Passaporte ou qualquer outro documento de viagem vlido por pelo menos 6 meses;
  2. Bilhete de avio de retorno ou bilhete circular, ou, se for o caso, um certificado aduaneiro de apuramento;
  3. Certificados internacionais de vacinao exigidos;
  4. Documentos que justifiquem o objetivo da visita, bem com suficientes meios e condies de subsistncia durante a estadia;
  5. Certificado de alojamento emitido pela pessoa que se compromete a alojar o visitante, ou um convite para um evento organizado no territrio nacional, ou ainda uma reserva confirmada do hotel, para o perodo de durao da estadia;
  6. Uma ordem de misso, no caso de misses oficiais.

Alem dos estrangeiros em trnsito, so chamados visitantes temporrios:

Visitantes privados: Os estrangeiros que, tendo decidido permanecer nos Camares por escolha, so alojados por um membro da sua prpria famlia ou por uma famlia amiga.
Turistas: Os estrangeiros que realizem uma viagem de lazer aos Camares e esto alojados em um estabelecimento, a ttulo individual ou como parte de uma viagem organizada ou pacote turstico.
Pessoas em misso: Os estrangeiros que venham aos Camares a ttulo oficial no quadro das suas atividades profissionais..
Homens de negcios: Indivduos que exeram a ttulo pessoal, qualquer atividade profissional com fins lucrativos, exceo dos artistas e dos agentes culturais.
Promotores: : Indivduos cuja atividade profissional consiste em alocar recursos financeiros para investimentos de carter econmico, cientfico, tcnico, agrcola, pastoral, cultural ou desportivo.
Convidados ou participantes em evento organizado no territrio nacional: Estrangeiros portadores de um convite individual ou coletivo para participar, a ttulo pessoal ou fazendo parte de uma delegao, em evento de carter econmico, cientfico, tcnico, agrcola, pastoral, cultural ou desportivo.

Os participantes na Conferncia sero recebidos no Aeroporto por um comit de recepo. importante que os delegados se registrarem o mais rapidamente possvel, indicando por fax ou por e-mail a data da sua chegada, o nmero do vo e a companhia area, e se tem acompanhante. Agradecemos que informem ao Secretariado sobre os delegados que cheguem aps essas datas, e que possam necessitar de assistncia especial. Os delegados podem tambm dirigir-se ao local da Conferncia e ao hotel oficial de txi sada do aeroporto .

Ser preparado um programa completo de atividades para os cnjuges incluindo visitas s magnficas praias de Kribi e a locais naturais nos arredores de Yaound, com espetculos de dana BUMA, tpicos dos pigmeus do sul da floresta equatorial, e visitas culturais ao interior dos Camares .
INFORMAES ADICIONAIS :
Os Participantes no devem hesitar em pedir informaes adicionais sobre a Conferncia.Para obter informaes sobre os Camares, por favor, contate:
The Chairman
National Organising Committee
17th International Cocoa Research Conference
Ministry of Trade - National Cocoa and Coffee Board
Agronomic Development Research Institute
B.P. 501, Immeuble Rose
Yaound, Cameroon
Tel.: +237 22 22 00 70 / +237 33 42 42 35
Fax: +237 22 23 90 29 / +237 33 42 00 02
E-mail :oncc2003@yahoo.fr

Para quaisquer informaes sobre a Conferncia, por favor, contate o Secretrio Geral da COPAL em Lagos, Nigria
The Secretary General
Alliance of Cocoa Producing Countries
Brick House, National Assembly Complex
Tafawa Balewa Square
P O Box 1718
Lagos, Nigeria
Tel: +234-70-9814-1735 / +234-70-9814-1736
Fax: +234-70-9814-1734
E-mail: 17icrc@copal-cpa.org

Camares: frica em miniatura

A histria dos Camares especial, pois foi neste pas que tiveram incio as mais importantes migraes humanas, durante os ltimos 4000 anos. Dados arqueolgicos, lingusticos e genticos sugerem que foi a partir dos Camares e da Nigria que o grupo de povos Bantos, que forma atualmente um tero da populao africana, deu incio sua disseminao na frica Subsaariana.

Os Camares situam-se na frica Central, no Golfo da Guin, um pouco acima do Equador, e estendem-se do Lago Chade at a costa atlntica. limitado ao Norte pelo Chade, ao Leste pela Repblica Centrafricana, ao Sul pelo Congo, Gabo e pela Guin Equatorial e ao Oeste pela Nigria.

Em 1472, o navegador portugus Fernando P, fugindo do Monte Camares (4070 m de altitude) em plena erupo, atinge a foz do rio Wouri, onde encontra uma grande quantidade de camares. Chama a este local rio dos Camares, que ser transformado em Camarones pelos Espanhis e mais tarde, em Cameroun pelos Franceses.

Em 1884, os Camares que at ento tinham sido local de passagem de inmeros comerciantes e missionrios, torna-se uma colnia Alem, em consequncia dos tratados assinados com os chefes Dualas. Aps o armistcio de 1918, os Camares so colocados sob mandato francs. Em 1945, o estatuto de mandato transformado em tutela. Em 1958, o territrio obtm uma autonomia interna antes de obter a independncia plena em 1960.

O primeiro Presidente foi Ahmadou Ahidjo, a quem sucede, em 1982, o atual Presidente o Senhor Paul Biya.

Com uma rea de 475.442 km2 e uma populao de 19.406.100 habitantes, os Camares incluem diversas grandes cidades como Yaound, a capital poltica do pas, com mais de dois milhes de habitantes, situada a 250 km da costa e a 700 m de altitude e Douala, a capital econmica, que conta com cerca de trs milhes de habitantes. a que se situa o principal porto do pas. A seguir vm diversas cidades como Garoua, Bafoussam, Maroua, Bamenda, Limbe, Kribi, Foumban, Dschang, Kumba, que so importantes centros urbanos.

Nos Camares existem 240 etnias, divididas em trs grandes grupos (Bantus, Semi-Bantus e Sudaneses). O Francs e o Ingls so as lnguas oficiais, faladas respectivamente por 70 e 30% da populao. O Espanhol e o Alemo so tambm conhecidos por grande nmero dos habitantes das cidades. O pas, no seu conjunto, possui cerca de 240 lnguas e dialetos.

diversidade tnica se junta uma diversidade geogrfica, aliando florestas equatoriais, savanas, a regio do Sahel e a uma zona semidesrtica, por um lado, e uma cadeia montanhosa e uma zona costeira de 400 km no Atlntico, por outro,. Esta diversidade tnica, climtica e geogrfica transforma os Camares numa frica em miniatura.

Camares um estado laico. H duas principais religies praticadas no pas: o Cristianismo e o Islamismo. O Animismo praticado por diversas populaes.

A Agricultura Camaronesa

Camares normalmente chamado o celeiro da frica Central. O pas a principal fonte de abastecimento dos pases da sub-regio em produtos alimenticios. O documento de Estratgia de Desenvolvimento do Sector Rural estabelecia as seguintes estimativas anuais em 2005:

  1. Cereais : 1,686,000 toneladas
  2. Razes e tubrculos: 3,836,000 toneladas
  3. Leguminosas: 300,000 toneladas
  4. Oleaginosas: 239,000 toneladas
  5. Legumes: 1,405,000 toneladas
  6. Frutos: 2,282,000 toneladas
  7. leo de palma: 177,000 toneladas

Camares tambm um produtor importante de produtos rentveis e de matrias-primas agrcolas de exportao, em particular banana, madeira, borracha, caf, algodo e cacau.

A cultura do cacau Camaronesa

O cacau foi introduzido em 1887 na atual regio de Limbe, pela administrao alem que viu no seu cultivo um excelente meio de promover o pacto colonial. O cacau o produto de bandeira da colonizao alem. Nas vsperas da primeira guerra mundial, na atual regio de Limbe se situava a maior plantao de cacau conhecida do mundo. Com uma rea de cerca de 7.800 hectares, pertencia West Afrikanishe Pflanzung Victoria (WAPV). Aps a primeira guerra mundial, as administraes francesas e britnicas assumem o controle da distribuio das matrias-primas agrcolas. O cacau continua a ocupar um lugar preponderante ao lado do caf e de outros produtos tropicais, como algodo, tabaco, banana, borracha e ao dend.

Foram tomadas diversas medidas de incentivo, tal como a medalha da Ordem de Mrito Indgena para o cacau, e depois vrias medidas coercivas por meio da Lei do Indigenato e do imposto de votao. Seguidamente, a administrao colonial implementa uma poltica efetiva de apoio ao cultivo de matrias-primas agrcolas. So autorizados apoios financeiros para desenvolver a produo, em particular atravs da criao, equipamento e funcionamento de centros de pesquisa e extenso agrcola.

As primeiras colheitas anuais registradas durante o perodo 1901/1904 alcanaram 1.000 toneladas. Imediatamente aps a segunda guerra mundial, a produo eleva-se a 41.000 toneladas e atinge as 80.000 toneladas aps a sua independncia, em particular durante o perodo 1960/1964. Atravessa em seguida um perodo de aumento constante at ao incio dos anos 1970, em que a totalidade das plantaes coloniais atinge a sua capacidade plena, com uma produo prxima das 120.000 toneladas. Em seguida, o setor cacaueiro estagna at 2008/2009, o ano em que se ultrapassam as 200.000 toneladas. As ltimas estatsticas relatam cerca de 210.000 toneladas registradas em 2009/2010.

Durante muito tempo, a maior parte da produo cacaueira dos Camares foi de variedades Trinitrias, hbridos que combinam a rusticidade do grupo Forastero e o fino aroma do grupo Criollo. A IRAD e a SODECAO, dois organismos encarregados, respectivamente, da pesquisa e do desenvolvimento da cultura do cacau, tm produzido e popularizado novos cruzamentos a partir de clones diferentes. Estes cruzamentos tm a particularidade de resistir melhor podrido parda e aos capsdeos, principais pragas do cacaueiro nos Camares. Apresentam, alm disso, uma melhor produtividade, entre 700 kg e 1000 kg/ha aos 18 meses, contra os 369 kg/ha ao fim de 5 a 6 anos das variedades tradicionais introduzidas pela administrao colonial. O cacau dos Camares conhecido pelo seu forte teor em manteiga e pela sua cor vermelho ocre, ideais para a fabricao de p de cacau, qualidades que o tornam uma matria-prima muito procurada pela indstria transformadora.

O cacau a principal cultura de exportao dos Camares. A cultura do cacau uma atividade tradicional bem como uma importante fonte de emprego no meio rural. Em 1986/87, haviam 453.000 hectares plantados. Juntamente com o caf, o cacau constitui o meio de vida de mais de 600.000 produtores, beneficiando direta ou indiretamente 6.000.000 de pessoas e representa 40% das exportaes do sector primrio.

O sector do cacau dos Camares totalmente liberalizado. Existem cinco rgos nacionais que participam na sua superviso:

• O Office National du Cacao et du Caf (ONCC), rgo administrativo encarregado, entre outras coisas, de monitorar a qualidade da exportao e da representao do Estado junto aos organismos internacionais do cacau e do caf.
• O Conseil Interprofessionnel du Cacao et du Caf (CICC), rgo coletivo que agrupa organizaes profissionais da Agricultura, do Comrcio e da Indstria, e dos Servios dos sectores Cacau e Caf. O seu papel estabilizar e organizar eficazmente o mercado domstico do cacau e do caf.
• O Fonds de Dveloppement du Cacao et du Caf (FODECC), cuja misso proporcionar servios de apoio financeiro aos projetos relacionados ao cacau e ao caf.
•O Institut de Recherche pour Le Dveloppement (IRAD), cuja misso, que cobre todos os produtos agrcolas, melhorar a qualidade e a produo da semente bsica.
• A Socit de Dveloppement du Cacao (SODECAO), difunde, nas reas rurais, os resultados provenientes da pesquisa em cacau.

Geografia, Histria:

Yaound, capital dos Camares, situa-se ao sul da Provncia Central. uma cidade verdejante, atravessada por pequenos crregos e encravada sobre sete colinas. A sua temperatura mdia de 23 C em outubro. Tem uma rea de 304 km2, dividida em sete territrios com mais de uma centena de distritos.

Fundada a 30 de Novembro de 1989, Yaound era um posto militar Alemo, que se desenvolveu graas aos comerciantes alemes que a faziam a sua base para o comrcio de marfim. A cidade foi ocupada por tropas belgas durante a Primeira Guerra Mundial, antes de ser colocada sob proteo francesa, no final da Grande Guerra. A partir de 1957, Yaound experimenta um xodo constante, por causa da crise do cacau e dos problemas sociopolticos que atingiram Douala, ento a sua maior metrpole.

Administrao, Economia, Ensino:

em Yaound que se situa a Presidncia de Repblica dos Camares, os edifcios ministeriais e os servios do Governo da Provncia Central. sede de instituies internacionais, tal como o Banco dos Pases da frica Central (BEAC).

uma cidade essencialmente terciria, que dispe de um centro comercial principal, por volta da Avenida Kennedy e de vrios mercados, sendo os maiores o mercado Central, o mercado Mokolo e o mercado do Mfoundi, onde se pode respirar o ambiente de um mercado tropical.

Yaound tem duas universidades estatais: as universidades de Yaound I e de Yaound II, s quais esto ligadas a Escola Politcnica Nacional Superior, a Escola Nacional Superior de Agronomia, a Escola Superior de Obras Pblicas, a Escola Normal Superior, o Instituto Internacional de Relaes Internacionais, a Escola Superior de Cincias e Tecnologias da Informao e da Comunicao.

A capital Camaronesa possui igualmente diversos estabelecimentos de ensino superior privados, como a Universidade Catlica da frica Central, a Universidade Protestante da frica Central, a Universidade de Yaound Sul Ndi Samba e o Instituto Superior Siantou.

Patrimnio, Turismo:

A cidade possui uma renovada rede viria, e que est atualmente em processo de expanso, no seguimento dos trabalhos realizados durante os ltimos anos pela comunidade urbana de Yaound. Os edifcios mais atrativos so a sede do BEAC, a torre da Sociedade Nacional de Investimentos, o hotel Hilton, a Presidncia da Repblica, o Palcio dos Congressos, o hotel Mont-Fb e os edifcios ministeriais.

Existem diversos jardins pblicos perto da Cmara Municipal, no bairro Fb, junto do monumento a Charles Atangana no centro da cidade e volta do Palcio dos Congressos.
Existem tambm alguns parques de atraes, como os parques Kiriakides no bairro Djoungolo e o Bois Sainte-Anastasie situado na interseco Warda. No sendo uma lista exaustiva, apresentamos a seguir outros locais ou monumentos que merecem uma visita:

O Museu Nacional, situado no centro da cidade
O monumento da reunificao, junto da Assemblia Nacional.
O monte Fb.
O edifcio histrico da chefia de Ewondo no bairro Efoulan.
O parque zoo-botnico de Mvog-Beti.
A catedral Notre-Dame des Victoires situada no centro da cidade.
O Centro Cultural Camarons, situado no bairro Nlongkak.
O Museu de Arte dos Camares, no mosteiro dos beneditinos do monte Fb.
As Estelas do Dr. Eugne Japalavra.
A Capela EPC de Djoungolo.
O Palcio Charles Atangana.

Compras, Lazer:


O mercado de arte artesanal situado no monte Ane-rouge no centro da cidade permite ao visitante estrangeiro adquirir obras especficas do patrimnio cultural dos Camares.

H vrios cabars onde se podem ver artistas locais ao vivo. Um dos mais conhecidos La Terre Battue.

Yaound tem tambm vrias discotecas, sendo as mais conhecidas a Katios, a Sanza, o Safari, o Mvet e o Balafon.

Clima e Vesturio:

Yaound tem um clima ameno e agradvel durante todo o ano. Dias cheios de sol durante a estao das chuvas, entre Agosto e Outubro, com tormentas tropicais alternando com o cu azul e o sol. A temperatura mdia diria em Yaound cerca de 27C (81F) e de 23C no ms de Outubro. A umidade relativa elevada, cerca de 88 %. Comparativamente, h pouca diferena entre as temperaturas durante o dia e a noite. Aconselha-se o uso de vesturio ligeiro durante o dia, mas geralmente um casaco ou um casaco de malha leve torna-se necessrio noite.

Transporte:

Taxis no aeroporto o levaro ao seu hotel. Aconselhamos a utilizao dos txis citadinos amarelos. Pode reservar-se um txi atravs do porteiro do hotel. O preo de um txi citadino na recolha de 200 FCFA, isto 0,30. Para uma corrida individual na cidade, deve discutir-se o preo, mas este em geral de 1500 FCFA por hora (mnimo de 2,30). Uma corrida para o aeroporto custa 3500 FCFA ( 5,5) durante o dia, e 5000 FCFA ( 8,0) noite ou a partir das 18h.

H um elevado nmero de hotis recomendados em Yaound, Douala e noutras grandes cidades. Yaound, a cidade das sete colinas, oferece todo o tipo de acomodaes, desde hotis confortveis e seguros para aqueles com um oramento ajustado, at hotis de padro internacional e de grande luxo.

O visitante estrangeiro encontra nos Camares uma cozinha internacional nos grandes centros hoteleiros, e nos restaurantes das grandes cidades. No entanto, a gastronomia dos Camares particularmente variada (peixe, carne, legumes e frutas frescas) e merece ser apreciada

A moeda local o franco CFA, que possui uma paridade fixa com o Euro (1 Euro = 656 FCFA). No caso de outras moedas, o cmbio atualizado diariamente. Pode trocar dinheiro no aeroporto , nos hotis, nos bancos, mas tambm em casas de cmbio aprovadas. O horrio normal dos bancos e das 7:30 s 15:00. Existem tambm caixas automticas em diversos locais. perigoso trocar moeda na rua.

For more information contact

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